A Doença de Parkinson afeta 1% da população idosa no mundo, sendo a segunda doença neurodegenerativa mais prevalente em idosos, atrás apenas da Doença de Alzheimer. Conforme cresce o envelhecimento populacional espera-se encontrar cada vez mais idosos com esses diagnósticos e com sequelas funcionais secundárias às doenças. A Doença de Parkinson é um transtorno neurológico degenerativo, progressivo, idiopático que afeta as estruturas cerebrais subcorticais. As alterações mais importantes envolvem a substância negra e os núcleos da base, que têm participação essencial para a regulação motora. Este transtorno acontece como consequência de perda de dopamina, neurotransmissor responsável pela regulação dos movimentos, que acarreta alterações na velocidade, qualidade e controle dos movimentos, e traz alteração da estabilidade postural, das habilidades cognitivas e da expressão da afetividade. Acredita-se que quando os sinais motores se iniciam a perda dopaminérgica está em mais de 60%. Os sinais cardinais da Doença de Parkinson são: tremor de repouso, bradicinesia, rigidez e instabilidade postural, mas a doença afeta também componentes emocionais e cognitivos, trazendo impactos funcionais em diversas áreas da vida do paciente. O Terapeuta Ocupacional é parte fundamental na equipe de reabilitação do parkinsoniano, pois tem competência para atuar em todas as áreas do cotidiano dos pacientes, além de oferecer suporte aos familiares. A atuação do Terapeuta Ocupacional junto ao parkinsoniano é fundamental para manutenção de sua autonomia e qualidade de vida. O TO pode utilizar diferentes técnicas e ferramentas na reabilitação destes pacientes, desde cinesioterapia, estimulação e reabilitação cognitiva à tecnologia assistiva. O Terapeuta Ocupacional é o profissional responsável por fazer a análise de atividade, identificar as disfunções e tratá-las de forma individualizada e direcionada para a necessidade de cada paciente, podendo inclusive atuar diretamente no treino de AVDs, sendo este um ato privativo da Terapia Ocupacional. Com tantos sintomas que acometem os parkinsonianos, que podem se combinar de diferentes maneiras e apresentar oscilações inesperadas é impossível planejar um protocolo padrão ou planos de tratamento tamanho único. Cada parkinsoniano tem que ser visto de forma global e generalista, com atenção para os sintomas motores, cognitivos, emocionais e à ergonomia. O Terapeuta Ocupacional é o profissional que tem competência para acolher esta demanda.
Dra. Andressa Chodur - CREFITO-8 TO 8956
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