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COVID-19 – Fisioterapeuta é o herói que devolve o fôlego à vida

Publicado: Terça, 12 de Maio de 2020, 20h51 | Última atualização em Segunda, 25 de Maio de 2020, 12h26

Profissional tem papel fundamental na recuperação de pacientes na UTI

Na terça-feira, 05 de maio, a jornalista Lucia Helena publicou em seu blog no Portal UOL uma matéria destinada a explicar a importância do Fisioterapeuta no sucesso na evolução de pacientes que fizeram uso de respiradores mecânicos devido à complicações pela COVID-19.
Segundo ela, um estudo americano realizado com 5.700 pacientes internados em quatro hospitais do estado de Nova York aponta que a maioria das mortes ocasionadas pelo novo coronavírus está dentre os pacientes que fizeram uso de ventilação mecânica durante o tratamento.
De acordo com esse estudo, dos 2.634 indivíduos com o final da história conhecido até então, 79% receberam alta e os 21% restantes morreram. No entanto, analisando somente os casos que foram tratados com ventilação mecânica, 88% perderam a vida.
Você pode estar se perguntando se esse número não está relacionado ao fato de que justamente os casos mais graves necessitarem de ventilação mecânica. A Dra. Vanessa Mendes, coordenadora nas UTIs do hospital da Universidade Federal de São Paulo, onde também é tutora da residência em cuidados intensivos em adultos, esclareceu que, “de fato, é o doente mais grave que acaba necessitando desse recurso. Porém, o ventilador sempre é uma faca de dois gumes. Se por um lado tem um inegável papel terapêutico, ao mesmo tempo ele vai causando prejuízos cada vez maiores à musculatura envolvida na respiração e, se não tiver uma pessoa bem experiente no manejo do equipamento e colada no paciente, ainda piora a situação dos próprios pulmões”.
Essa pessoa experiente, é o profissional Fisioterapeuta, herói muitas vezes anônimo, como foi bem apontado pela jornalista em sua matéria.
Diversos são os aspectos e desafios que o Fisioterapeuta encontra ao precisar colocar um paciente em ventilação mecânica: a quantidade de ar e a quantidade de oxigênio – que são variáveis distintas; a necessidade de colocar, ou não, o paciente em posição pronada e, por fim, ajudar para que o paciente consiga voltar a respirar sozinho.
Quando uma pessoa fica intubada, é preciso bloquear os músculos que fariam os movimentos da inspiração e da expiração. Quanto mais tempo ela precisa disso, mais eles atrofiam. A realidade é que a fraqueza pode se tornar tamanha a ponto de o paciente não ter forças para respirar depois. Nessa hora, o Fisioterapeuta utiliza todo seu conhecimento e técnicas disponíveis para recuperar o paciente.
Para saber mais, leia a matéria na íntegra no Portal UOL, através do link: https://bit.ly/3fKjXqv

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